O esporte mexe com a gente!

Se você está lendo este texto, creio que, de alguma forma, temos algo em comum. Eu me identifico muito com o mundo do esporte e da atividade física, e arriscaria dizer que você também. Nesse sentido, não digo que somos grandes atletas, que já quebramos recordes mundiais ou que tivemos algum feito histórico, mas que, de algum modo, fomos estimulados desde criança a torcer para algum time ou nos reunir com a família para acompanhar a seleção brasileira de futebol, entre outras situações que o mundo do esporte nos proporciona.

O Brasil é um país com uma história esportiva muito rica, e certamente já vivemos muitas emoções juntos, seja o tetracampeonato na Copa do Mundo de 1994 ou a despedida do nosso herói Ayrton Senna, seja o melancólico 7 X 1 na derrota de nossa seleção canarinha diante da poderosa equipe alemã ou os grandes espetáculos que tivemos nas Olimpíadas do Rio em 2016.

No meu caso, essa paixão nasceu quando eu era ainda pequeno, pois meus pais muito me incentivavam à prática esportiva, não só pelos benefícios físicos das atividades, mas por todos os valores morais que nelas estão presentes. Hoje encaro o esporte como algo extremamente importante e positivo, tanto para a manutenção da saúde quanto para o reforço dos aspectos disciplinares, como: respeito a si e a seu adversário, trabalho em equipe, determinação, foco, superação, somados à integridade e ao caráter.

Quando criança, treinei em escolinha de futebol, pratiquei judô e natação; já na adolescência andei de skate; quando jovem, treinei escalada; no início da vida adulta corria nas horas vagas, e hoje em dia tenho o jiu-jitsu como válvula de escape (modalidade repleta de paradigmas, mas um esporte de muito respeito e empatia). Sei que não é todo mundo que teve a oportunidade ou a vontade de praticar essa gama de modalidades, mas se, no seu caso, o seu envolvimento com o esporte é apenas como espectador, eu recomendaria que buscasse alguma atividade para que possa se envolver como praticante, e há diversas alternativas, como por exemplo: a caminhada, a yoga, a musculação, a dança, as lutas, os esportes coletivos de modo geral, entre outros.

Acredito que o mais importante é dar o primeiro passo, pois certamente, em algum momento, você irá encontrar uma modalidade com que se identifique. E se você já é um praticante de alguma atividade, presumo que conheça os prazeres da endorfina e não deseja se distanciar deste hábito.

Para finalizar, vou me despedindo por aqui torcendo para que ainda vivamos grandes momentos proporcionados pelo esporte, tanto como espectadores, rodeados de amigos e cheios de emoções, quanto como praticantes, embalados por desafios e superação.

Felipe Catelan Martins (Colaborador do setor de Eventos, do CEFSA)
Licenciado e bacharelado em Educação Física

Pós-graduado em Esportes e Atividades de Aventura
Pós-graduado em Gestão de Eventos

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